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Fact Sheet in Portuguese Fact Sheet in Spanish Casuarina equisetifolia L. Nomes Comuns: Casuarina Familia: Casuarinaceae Origem: Costa norte e nordeste da Austrália, Indonésia, Índia, Ceilão e Malásia Descrição e Fenologia da Espécie Árvore grande, de crescimento rápido, com até 23 m de altura e 1 m de diâmetro na base; casca cinzenta nos ramos novos e castanho-escuros nos velhos, com elevado teor de tanino (entre 6 e 18%); ramículos filiformes, quadrangulares, delicados, verdes, dispostos em verticilos articulados e finamente estriados.Monóica com flores nuas, com apenas um estame as masculinas e as femininas, ovóides e cilíndricas, unilocular. Os frutos são sâmaras elipsóides com até 2 cm de diâmetro, indeiscentes, com apenas 1 semente.Madeira vermelho-escura, muito dura, difícil de trabalhar. Poder calorífico do carvão atingindo 7.181 kcal/kg, um dos índices mais altos entre as espécies arbóreas. Ecologia da Espécie Adapta-se com facilidade em vários ambientes, tolerando solos salinos e calcários. Ocorre geralmente em solos arenosos. Na zona de distribuição natural a altitude varia desde o nível do mar até 2.000 m s.n.m. Não possui limitações quanto à pluviosidade, além de suportar geadas.Espécie heliófila que apresenta simbiose com actinomicetos do gênero Frankia nas raízes. Ambientes Preferenciais Para Invasão Invade ambientes abertos de campos e dunas, além de dominar com facilidade ambientes degradados e solos erodidos. Foi amplamente utilizada em todo o mundo como estabilizadora de dunas, o que lhe possibilitou consagrar-se como invasora em muitos países. Ocorrências Conhecidas É invasora consagrada em países como Estados Unidos (Havaí e Flórida), Porto Rico, Bahamas, inúmeras ilhas Caribenhas, Argentina e Brasil.Está intensamente presente ao longo da costa do Rio Grande do Sul, entre Torres e Palmares do Sul, e de Santa Catarina, em Florianópolis (Moçambique) e Garopaba (praia do Ouvidor, do Rosa e outras). Impactos Forma sombreado denso e uma abundante camada de serrapilheira com folhas e frutos que cobrem completamente o solo. O sombreamento e a serrapilheira eliminam a vegetação adaptada das dunas e das praias. Através das raízes fixa nitrogênio por simbiose com actinomicetos, sendo capaz de colonizar solos de baixa fertilidade. Uma vez estabelecida, altera radicalmente as condições de luz, temperatura e química dos solos. Compete agressivamente com a vegetação nativa e destrói o habitat de diversas espécies da fauna. Manejo e Controle O fomento ao uso da espécie no país carece de medidas adequadas de controle da dispersão de plântulas, devendo ser regulamentado e fiscalizado. Áreas onde a espécie foi estabelecida como fixadora de dunas requerem ações de controle e erradicação, de forma a permitir o restabelecimento do ambiente natural. A retirada deve ocorrer em sentido crescente, ou seja, a partir das Árvores menores e mais distantes até que se alcance a Árvore mais velha, eliminando, desta forma, todas as plantas. A fim de evitar impactos da queda das Árvores sobre eventual sub-bosque já existente, emprega-se técnica de cortes sucessivos na base do tronco, intercalados em duas alturas, com controle químico de glifosato diluído em Água a 2%. O produto deve ser aplicado imediatamente com pincel à medida que são feitos os cortes sucessivos na base do tronco, sem permitir que haja escorrimento para evitar a contaminação do meio circundante. É fundamental que se planeje e faça monitoramento da regeneração do banco de sementes, com ações anuais de remoção de novas plântulas. Neste caso o controle pode passar a ser mecânico, em especial se o número de plântulas e a Área invadida forem pequenos. Toda ação de controle químico requer uso de equipamento adequado e material de segurança, como luvas e máscara. Seguir sempre as instruções do fabricante e proceder à devolução da embalagem. Referências Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Zoneamento ecológico para plantios florestais no Estado do Paraná. Por Antonio A. Carpanezzi e outros. Brasília, EMBRAPA-DDT, 1986. p. 41-42. CORRÊA, M. P. Diccionário das plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1926-1952. p. 239-240. COX, G.W. Alien Species in North América and Hawaii – Impacts on Natural Ecosystems. Washington: Island Press, 1999. p. 117. US National Park Service Fact Sheets: http://www.nps.gov/plants/alien/fact/caeq1.htm. ZILLER, S. R.; ROSA, F. Informe de Recursos Nacionales de Especies Invasoras para Sudamérica. Brasil, 2001. Casuarina equisetifolia L. Nombre Común: Casuarina Familia: Casuarinaceae Orígen: Costa norte y nordeste de Australia, Indonesia, India, Ceilán y Malasia. Descripción y Fenología de la Especie Árbol grande, de crecimiento rápido, de hasta 23 m de altura y 1 m de diámetro en la base; corteza cenicienta en las ramas nuevas y castaño-oscuras en las viejas, con alta concentración de taninos (entre 6 y 18%); ramillas filiformes, cuadrangulares, delicadas, verdes, dispuestas en verticilos articulados y finamente estriados. Monoico con flores desnudas, con apenas un estambre en las masculinas y las femeninas ovoides y cilíndricas, unilocuar. Los frutos son sámaras elipsoides de hasta 2 cm de diámetro, indehiscentes, con apenas 1 semilla. Madera roja-oscura, muy dura, difícil de trabajar. El poder calórico del carbón es elevado alcanzando 7.181 kcl/kg, unos de los índices más altos entre las especies arbóreas. Ecología de la Especie Se adapta con facilidad en varios ambientes, tolerando suelos salinos y calcáreos. Generalmente ocurre en suelos arenosos. En la zona de distribución natural la altitud varía desde el nivel del mar hasta los 2000 m sobre el nivel del mar. No posee limitaciones en cuanto a pluviosidad, ademas de soportar bien las heladas. Es una especie heliófila que presenta simbiosis con actinomicetes del género Frankia en las raíces. Ambientes Preferidos Para Invadir Invade ambientes abiertos de campos y de dunas, pero también domina con facilidad ambientes degradados y suelos erosionados. Fue ampliamente utilizada en todo el mundo como estabilizadora de dunas, lo que posibilitó que se transformase en invasora de muchos países. Ocurrencias Conocidas Es invasora de países como Estados Unidos (Hawai y Florida), Puerto Rico, Bahamas, numerosas Islas Caribeñas, Argentina y Brasil. Esta intensamente presente a lo largo de la costa de Río Grande del Sur, entre Torres y Palmares del Sur, y de Santa Catarina, en Florianópolis (Mozambique). Impactos Ocasiona un sombreado denso y abundante capa de mantillo de las hojas y frutos que cubren completamente el suelo. El sombreado y el mantillo eliminan la vegetación adaptada a las dunas y a las playas. A través de las raíces fija nitrógeno por medio de simbiosis con actinomicetes, siendo capaz de colonizar suelos de baja fertilidad. Una vez establecida, altera radicalmente las condiciones de luz, temperatura y química de los suelos. Compite agresivamente con la vegetación nativa y destruye el hábitat de diversas especies de fauna. Manejo y Control El fomento del uso de la especie en el país carece de medidas adecuadas de control de la dispersión de plántulas, debiendo ser reglamentado y fiscalizado. Áreas donde la especie fue establecida como fijadora de dunas requieren de acciones de control y erradicación, de forma de permitir el restablecimiento del ambiente natural. La retirada debe ocurrir en sentido creciente, o sea, a partir de Árboles menores a los mas distantes hasta que se alcancen los Árboles mas viejos, eliminando de esta forma todas las plantas. Con el fin de evitar impactos de la cada de los Árboles sobre el sotobosque ya existente, se emplea la técnica de cortes sucesivos en la base del tronco, intercalados a dos alturas, con control químico en base a glifosato diluido en agua al 2%. El producto debe ser aplicado inmediatamente con pincel a medida que los cortes sucesivos son realizados en la base del tronco, sin permitir que haya escurrimiento del producto para evitar contaminación el ambiente circundante. Es fundamental que se planifique y se hagan monitoreos de la regeneración del banco de semillas, con acciones anuales de remociones anuales de nuevas plántulas. En este caso el control puede ser mecáncio, en especial si el número de plantulas y el Área invadida son pequeños. Toda acción de control quimico requiere del uso de equipamiento adecuado y de equipos de seguridad, como guantes y mascara. Seguir siempre las instrucciones del fabricante y proceder de acuerdo a lo establecido en la etiqueta del producto. Referencias Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Zoneamento ecológico para plantios florestais no Estado do Paraná. Por Antonio A. Carpanezzi e outros. Brasília, EMBRAPA-DDT, 1986. p. 41-42. CORRÊA, M. P. Diccionário das plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1926-1952. p. 239-240. COX, G.W. Alien Species in North América and Hawaii - Impacts on Natural Ecosystems. Washington: Island Press, 1999. p. 117. US National Park Service Fact Sheets: http://www.nps.gov/plants/alien/fact/caeq1.htm. ZILLER, S. R.; ROSA, F. Informe de Recursos Nacionales de Especies Invasoras para Sudamérica. Brasil, 2001. |
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