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Fact Sheet in Portuguese Fact Sheet in Spanish Acacia mearnsii De Wild Nomes Comuns: Acácia-negra Familia: Mimosaceae Origem: Sul da Austrália, Tasmânia Descrição e Fenologia da Espécie Árvore alta com até 15m de altura; ramos com sulcos superficiais, com pelos pequenos e finos e pontas jovens pilosas douradas. As folhas, compostas e bipinadas, são finamente pilosas e têm coloração verde-escura; os folíolos são pequenos (1,5-4mm) e numerosos. Existe uma glândula entre cada junção dos pares de pinas. As flores amareladas, globulares, aparecem em grande quantidade, com odor agradável. Os frutos são vagens marrom-escuras, finamente pilosas.Da casca, de coloração escura, é extraído o tanino. Ecologia da Espécie Ocorre em altitudes que variam de 850 m até o nível do mar em clima temperado e subtropical, com temperatura média no mês mais frio entre 0 e 5oC. Suportam quantidades altas de geadas por ano e temperaturas mínimas absolutas de até –11oC.Possui a capacidade de fixar nitrogênio através da simbiose com bactérias do gênero Rhizobium. Ambientes Preferenciais Para Invasão Invade ambientes abertos, preferencialmente alterados, dispersando-se por margens de rodovias e cursos d’água. Ocorrências Conhecidas É reconhecidamente invasora nos seguintes países: Ilhas Reunião, França, Espanha, Portugal, Itália, Iugoslávia, Romênia, África do Sul, Tanzânia e Estados Unidos (Havaí e Califórnia). Sendo classificada como uma entre as 100 espécies com maior potencial invasor no mundo. Impactos Produz grandes quantidades de sementes de longa viabilidade no solo, acima de 50 anos. As numerosas plantas geradas tendem a resultar em dominância do ambiente invadido, com expulsão das espécies nativas. As sementes podem ser ativamente disseminadas por aves, expandindo as Áreas invadidas, pelo vento, por Água e, possivelmente, por roedores. A germinação é estimulada pelo fogo.A conversão de ecossistemas abertos em fechados ocasiona perda de biodiversidade.As Árvores fixam nitrogênio e alteram o balanço de nutrientes no solo, afetando a capacidade de sobrevivência de plantas nativas. Manejo e Controle A remoção mecânica de Árvores invasoras é uma tarefa que pode ser custosa e de alto impacto, devendo ser realizada com responsabilidade e pessoal treinado. Se as Árvores forem cortadas ou aneladas abaixo do colo (transição raiz – caule), não ocorre rebrotamento e não há necessidade de uso de herbicidas.Se as Árvores forem cortadas de forma tradicional, acima do colo, o simples corte não é suficiente para eliminá-las, havendo necessidade de utilizar controle químico em função da capacidade de rebrotamento, o que tende a agravar a situação de invasão. A forma mais eficiente de eliminar plantas exóticas invasoras que rebrotam após o corte é proceder com o controle químico. Isto evita que a planta produza rebrotas que, muitas vezes, torna-se um problema ainda maior, mais oneroso e que requer controle periódico e acompanhamento intensivo. Árvores de grande porte podem sofrer anelamento na base, devendo-se abrir um anel de pelo menos 10 cm em toda a volta do tronco, removendo toda a casca externa e interna. O tratamento químico para eliminação de Árvores em pé consiste em realizar cortes sucessivos e intercalados com uma machadinha na base do tronco, com diferença de 10 cm de altura, ao redor de todo o tronco. Deve-se aplicar glifosato diluído a 2% em Água a cada corte, no momento em que é feito, um a um. Quanto menor o tempo entre o corte e a aplicação do produto, maior a eficiência do resultado.Em caso de remoção das Árvores para uso ou venda da madeira, o controle químico é fundamental e precisa ser realizado no momento do corte. É necessária a aplicação direta de herbicida nos tocos para evitar a geração de rebrotas, que em geral dificultam e oneram o controle posterior. Para tanto, o herbicida precisa ser aplicado imediatamente após o corte, em questão de segundos, para ter maior eficiência. O produto mais utilizado é Garlon 4, produto à base de triclopir, em concentração de 80% diluído em óleo diesel (20%). Caso não encontre Garlon, utilize Tordon a uma concentração de 7% diluído em Água, aplicado com pincel e sem fazer escorrimento para as laterais do toco.Se ainda assim houver rebrotamento, as rebrotas devem ser eliminadas quando atingirem 15 a 30 cm de altura através de pulverização nas folhas, com glifosato diluído em Água a 2%. A aplicação deve ser realizada com equipamento de segurança, com pulverizador de bom desempenho e precisão, sem vazamentos, e em dias sem vento para evitar impactos paralelos sobre outras espécies, solo ou Água. O tratamento precisa ser repetido cada vez que as rebrotas atingirem a altura indicada. Trabalhos previamente realizados sugerem uma tendência de eliminação das plantas com quatro aplicações nas rebrotas.É fundamental que se realize acompanhamento posterior com ações de remoção de plântulas nascidas do banco de sementes, que têm longa viabilidade no solo. Controle Biológico: O controle biológico não é recomendado, tendo em vista que este tipo de controle afetaria também os plantios comercias da espécie, prejudicando setores da economia. Toda ação de controle químico requer uso de equipamento adequado e material de segurança, como luvas e máscara. Seguir sempre as instruções do fabricante e proceder à devolução da embalagem. Referências Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Zoneamento ecológico para plantios florestais no Estado do Paraná. Por Antonio A. Carpanezzi e outros. Brasília, EMBRAPA-DDT, 1986. p. 40. HENDERSON, L. Plant invaders of Southern Africa. Agriculture Research Council, ARC/LNR; Pretoria; South Africa. 1995. 55 p. ISSG Database, Ecology of Acacia mearnsii. Acessado em 24/07/2003. http://www.issg.org/database/species/ecology.asp?si=51&fr=1&sts=sss. LOW, T. Feral Future - The Untold Story of Australia's Exotic Invaders. Ringwood, Victoria: Penguin Books, 2001. p. 171. Programa Working for Water, África do Sul. http://www-dwaf.pwv.gov.za/wfw/ . STAPLES, G.W.; COWIE, R.H. Hawaii’s Invasive Species. Hawaii, EUA: Bishop Museum, 2001. p. 81. ZILLER, S. R.; ROSA, F.; Informe de Recursos Nacionales de Especies Invasoras para Sudamérica; Brasil, 2001. Updated January 2005 Acacia mearnsii De Wild Nombre Común: Acacia negra Familia: Mimosaceae Orígen: Sur de Australia, Tasmania. Descripción y Fenología de la Especie Árbol de hasta 15 m de altura; ramas con ssurcos superficiales, con pelos pequeños y finos y puntas jóvenes pilosas y doradas. Las hojas son compuestas y bipinnadas, son finamente pilosas y tienen una coloración verde-oscura; los folíolos son pequeños (1,5-4 mm) y numerosos. En cada unión de dos pares de pinnas existe una glándula. Las flores son amarillas, globulosas, aparecen en grandes cantidades, con olor agradable. Los frutos son vainas marrón-oscuras, finamente pilosas. De la cáscara del fruto de coloración oscura se extrae el tanino. Ecología de la Especie Ocurre en altitudes que varían de 850 m hasta el nivel del mar en clima templado y subtropical, con temperatura media en el mes más frío de entre 0 y 5º C. Soporta cantidades altas de heladas por año y temperaturas mínimas absolutas de hasta - 11º C. Posee capacidad de fijar nitrógeno a través de la simbiosis con bacterias del género Rhizobium. Ambientes Preferidos Para Invadir Invade ambientes abiertos, preferentemente alterados, dispersandose por márgenes de caminos y cursos de agua. Ocurrencias Conocidas Es reconocida como invasora en los siguientes países: Islas Reunión, Francia, España, Portugal, Italia, Yugoslavia, Rumania, Sudáfrica, Tanzania y Estados Unidos (Hawai y California). Esta clasificada como una de las 100 especies con mayor potencial invasor del mundo. Impactos Produce grandes cantidades de semilla de alta viabilidad en el suelo, por encima de 50 años. Las numerosas plantas generadas tienden a dominar el ambiente invadido desplazando a las especies nativas. Las semillas pueden ser diseminadas por aves, expandiéndose a las Áreas invadidas, por viento, agua y posiblemente por roedores. La germinación es estimulada por el fuego. La conversión de ecosistemas abiertos en cerrados ocasiona perdida de biodiversidad. Los Árboles fijan nitrógeno y alteran el balance de nutrientes en suelo, afectando la capacidad de sobrevivencia de las plantas nativas. Manejo y Control La remoción mecánica de Árboles invasores es una tarea que puede ser costosa y de alto impacto, debiendo ser realizada con responsabilidad y personal entrenado. Si los Árboles se cortan o se anillan por debajo del cuello (transición entre raíz-tallo) no ocurre rebrote y por lo tanto no hay necesidad de aplicar herbicidas. Si los Árboles son cortados en forma tradicional, por encima del cuello, el simple corte no es suficiente para eliminar los individuos habiendo necesidad de utilizar control químico en función de la capacidad de rebrote, lo cual tiende a agravar la situación de invasión. La forma mas eficiente de eliminar plantas exóticas invasoras que rebrotan después del corte es utilizar control químico. Esto evita que la planta produzca nuevos rebrotes, lo cual muchas veces se transforma en un problema mayor todavía que requiere un control periódico y seguimiento intensivo. Árboles de gran porte pueden sufrir anillamiento en la base, debiéndose abrir un anillo de por lo menos 10 cm en toda la vuelta del tronco, removiendo toda la corteza externa e interna. El tratamiento químico para la eliminación de Árboles en pie consiste en realizar cortes sucesivos e intercalados con un hacha en la base del tronco con diferencia de 10 cm de altura alrededor de todo el tronco. Se debe aplicar glifosato diluido al 2% en agua en cada corte en el momento en que se realizan los mismos. Cuanto menor sea el tiempo entre el corte y la aplicación del producto mayor será la eficiencia del resultado. En el caso de la remoción de Árboles para la venta de madera, el control químico es fundamental y debe ser realizado en el momento del corte. Es necesaria la aplicación directa de herbicida en los tocones para evitar la aparición de rebrotes, que en general dificultan el control posterior. Por lo tanto, el herbicida debe ser aplicado inmediatamente después de realizado el corte, en cuestión de segundos, para lograr mayor eficiencia. El producto mas utilizado es Garlon 4, producto a base de triclopir, en concentración de 80% diluido en gasoil (20%). En el caso de no disponer de garlo, utilice Tordon al 7% diluido en agua, aplicado con pincel y sin escurrir los lados laterales del tocón. Si a pesar de esto, aparecieran rebrotes, estos deben ser eliminados cuando alcancen los 15 a 30 cm de altura a través de la pulverización en las hojas con glifosato diluido en agua al 2%. La aplicación debe ser realizada con equipos de seguridad, con pulverizador de buen desempeño y precisión, en días sin vientos para evitar impactos sobre otras especies. El tratamiento debe repetirse cada vez que los rebrotes alcancen la altura indicada. Trabajos previamente realizados sugieren una tendencia a la eliminación de las plantas con cuatro aplicaciones en los rebrotes. Es fundamental que se realice un seguimiento posterior con acciones de remoción de plántulas nacidas en el banco de semillas, que tienen larga viabilidad en el suelo. Control biológico: El control biológico no es recomendado, teniendo en cuenta que este tipo de control afectaría también a las plantaciones comerciales de la especie, perjudicando el sector económico. Toda acción de control quimico requiere del uso de equipamiento adecuado y de equipos de seguridad, como guantes y mascara. Seguir siempre las instrucciones del fabricante y proceder de acuerdo a lo establecido en la etiqueta del producto. Referencias Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Zoneamento ecológico para plantios florestais no Estado do Paraná. Por Antonio A. Carpanezzi e outros. Brasília, EMBRAPA-DDT, 1986. p. 40. HENDERSON, L. Plant invaders of Southern Africa. Agriculture Research Council, ARC/LNR; Pretoria; South Africa. 1995. 55 p. ISSG Database, Ecology of Acacia mearnsii. Acessado em 24/07/2003. http://www.issg.org/database/species/ecology.asp?si=51&fr=1&sts=sss. LOW, T. Feral Future - The Untold Story of Australia's Exotic Invaders. Ringwood, Victoria: Penguin Books, 2001. p. 171. Programa Working for Water, África do Sul. http://www-dwaf.pwv.gov.za/wfw/ . STAPLES, G.W.; COWIE, R.H. Hawaii's Invasive Species. Hawaii, EUA: Bishop Museum, 2001. p. 81. ZILLER, S. R.; ROSA, F.; Informe de Recursos Nacionales de Especies Invasoras para Sudamérica; Brasil, 2001. |
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